Elias não se tornou humano a partir do momento em que ele sentou debaixo de um zimbro pedindo a morte. Ele era humano o tempo todo. Ele estava sujeito aos mesmos sentimentos que nós o tempo todo. Daí que o texto nos coloca diante de duas realidades: a primeira é a da fraqueza humana que é comum a todos nós, e a segunda, é a da grande compaixão de um Deus que nos ama, nos conhece e cuida de cada um de nós.

Visite nossa página: www.encontrocomavida.com.br

Ouça o Programa Encontro com a Vida, todos os domingos, às 22:30 horas, pela Rádio 93 FM (RJ). Também online em www.radio93.com.br no dia e horário do programa.


 

painel-natureza

Talvez você esteja me lendo em meio a um profundo sofrimento. Você tem muitas perguntas, mas poucas respostas, muitas dores, pouco alívio.

Nós vivemos em um mundo em que o sofrimento é algo mais comum e presente do que qualquer um de nós desejaria, e você sabe, tanto quanto eu, que só entende mesmo o que é sofrer quem está sofrendo e só entende o quanto dói, quem está sentindo a dor.

Honestamente, eu penso que nós, que dizemos que seguimos a Jesus, muitas vezes, somos muito mais parecidos com os “amigos de Jó” e com os escribas e fariseus do tempo de Cristo do que com Aquele que a Bíblia chama de “homem de dores, servo sofredor e que sabe o que é padecer”; especialmente, quando o assunto é dor, sofrimento e perguntas sem respostas.

Parece que muitos sentem uma necessidade doentia de ter uma resposta pronta para dar para cada pergunta que surge, especialmente quando se relaciona à vida de outras pessoas. Nós temos uma facilidade incrível de saber o que está errado e fora de lugar na vida dos outros e como tudo poderia ser facilmente resolvido.

Quando estamos sofrendo, logo, aparece gente dizendo saber a razão porque isto ou aquilo nos aconteceu: querendo nos dar “uma revelação”; uma “visão”; uma “palavra dos céus” ou “um recado”. Já viu isto?

É simplesmente incrível a necessidade que muita gente tem de falar nestes momentos em que a maior sabedoria está no silêncio, na humanidade compartilhada, na compaixão, na oração e na solidariedade.

Parece que para muitas pessoas é como se a vida fosse uma simples equação matemática em que todas as respostas são lógicas e fáceis, desde que se conheça a fórmula certa. Mas a vida não é uma equação matemática, e, sinceramente, não existem fórmulas, frases prontas e nem respostas fáceis a serem dadas. Nem a Bíblia faz isto.

A vida é a vida. A dor é dor. E o sofrimento de cada um tem a intensidade, a dimensão, o gosto e o rosto de cada um.

O que para você pode não representar tanto sofrimento; para outra pessoa, pode representar um grande sofrimento, e, isto, simplesmente, porque somos seres humanos únicos, individuais e diferentes: com histórias diferentes, experiências diferentes e vidas diferentes. Por isto, cada um de nós sente, entende e percebe a vida de sua própria maneira.

Ainda mais cruel é quando alguém se aproxima de nós, em nome de uma pretensa espiritualidade e faz a famosa pergunta: “Você não tem fé?”

Perdoe-me a franqueza, mas se quem está sofrendo tanto não tivesse fé, não estaria nem mais vivo para ouvir esta pessoa falar tamanha bobagem.

Fé é uma caminhada com Deus, um relacionamento com Ele, algo entre você e Ele.

É fé em Jesus e no que Ele fez na cruz em nosso lugar. É saber que Deus nos amou primeiro e que nada pode nos separar do Seu amor que está em Cristo Jesus, o nosso Senhor.

Questionar a fé de alguém que está sofrendo é, no mínimo, desumano. É fazer como fizeram com Jesus quando passavam por baixo da cruz e diziam: “se Deus te ama, que te livre, agora” ou “se tu és o Filho de Deus, salve-se a si mesmo”.

A única resposta a dar em um momento assim foi a que Jesus deu quando disse: “Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que fazem”.

Nós não podemos esquecer que a verdadeira espiritualidade precisa ser vestida de gente. Porque ou ela é humana ou ela não é a que Jesus ensinou, porque Ele é a Palavra que se fez carne, o Deus que se fez gente. Ele se fez semelhante a nós em todas as coisas e é capaz de se compadecer de todas as nossas angústias e dores.

Então, se você está se cobrando ou pressionando, por achar que porque você crê em Jesus, deveria estar sofrendo menos do que está, por favor, pare com isto. Você é simplesmente humano.

O que Deus nos dá em meio a tudo que estamos atravessando é esperança, forças, graça, sabedoria, consolação e a Sua presença.

Talvez nós não estejamos conseguindo sentir nem perceber a presença de Deus em meio a tudo que está acontecendo, mas Ele continua presente. Ele nunca foi embora. Ele nunca nos deixou. Ele está aqui e aí presente agora enquanto você lê estas linhas.

A questão é que Deus está presente independente de qualquer coisa que esteja ou não acontecendo. Ele está presente, porque Ele é presente na sua e na minha vida. Ele está presente por ser quem Ele é. Ele está presente, porque, na cruz, Ele fez um compromisso baseado em Sua própria vida e no sangue de Jesus, de que nunca nos deixaria e jamais nos desampararia e de que todo aquele que crê em Jesus tem a vida eterna e não entra em condenação, mas já passou da morte para a vida.

Se você e eu sentimos ou não, isto não muda nada. Ele está aqui e aí, agora mesmo. Mais perto que a sua própria respiração e que o ar que você e eu respiramos neste segundo.

Mas não só Ele está presente, Ele está com você: segundo a segundo, minuto a minuto, hora a hora, dia a dia, mês a mês, ano a ano. Todos os momentos de sua e de minha vida.

Nele nós vivemos, nos movemos e existimos, pois somos Sua criação. E se prestarmos atenção, vamos perceber, silenciosa e suavemente, o agir de Deus em pequenas coisas que acontecem em nosso dia a dia.

Eu li sobre um homem idoso e uma criança que se encontraram na rua e chegaram em suas casas dizendo que tinham tido um encontro com Deus. O senhor idoso viu Deus sorrindo para Ele no sorriso puro, sincero e inocente daquela criança e a criança viu Deus olhando para ela no olhar terno e paciente daquele senhor.

Um pequenino gesto de bondade, um pequeno toque de gentileza, uma brisa suave, uma cena do dia a dia, uma palavra de um desconhecido, o sorriso de uma criança, uma lágrima de solidariedade podem ser formas de Deus nos dizer: “Eu estou bem aqui com você”.

Mas mesmo sem nenhuma destas coisas, há uma cena que nunca vai deixar de nos falar do amor com o qual Deus nos ama: a cruz de Jesus.

Deus provou o Seu amor para conosco, no fato de que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Nada nos fala tanto do amor de Deus quanto Jesus, na cruz, entregando a Sua vida por nós.

Se pessoas estão questionando sua fé, por causa de sua dor, não dê atenção. Continue caminhando. Deus não está questionando você, Ele está segurando a sua mão e andando lado a lado com você.

O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.

Pense nisto.

Paulo Cardoso

 

Visite nossa página na internet: www.encontrocomavida.com.br

Se desejar, ouça-nos pela rádio 93 FM (RJ) todos os domingos, às 22:30 horas ou online acessando a página da rádio (clique aqui) neste dia e horário.


tumblr_nyesg0p32b1t5wz6ro1_500

Alguma vez você já sentiu como se a sua alma estivesse sequestrada pela angústia? Algo como se você tivesse sido feito refém do medo, da tristeza, da dor e da desesperança?

Eu penso que era deste modo que o salmista se sentia quando escreveu: “Misericórdia, Senhor! Estou em desespero! A tristeza me consome a vista, o vigor e o apetite. Minha vida é consumida pela angústia, e os meus anos pelo gemido; falta-me a força devido à minha aflição, e os meus ossos se enfraquecem” (Salmo 31:9,10 – NVI).

Não é interessante pensar sobre como palavras que foram escritas há quase 3000 mil anos atrás podem falar tanto conosco hoje? E como o desabafo de um homem que sofria e gemia, há tanto tempo atrás, consegue descrever com tanta riqueza de detalhes aquilo que tantos de nós sentimos hoje?

Isto me faz pensar que a alma dele era igual a sua e a minha.

Veja que ele diz que está em desespero: sua esperança tinha acabado.

Ele diz que a tristeza consumia a sua vista, as suas forças e o seu apetite.

Em outras palavras, ele não conseguia ver mais nada com clareza e parecia que tudo estava embaçado pelas lágrimas da sua própria dor. Era como se ele estivesse vivendo no meio de um nevoeiro em que ele não conseguia mais enxergar nenhum caminho diante de si.

A tristeza havia se tornado a lente através da qual ele enxergava a própria vida e tudo ao seu redor.

Mais que isto, ele se sentia enfraquecido, cansado, esgotado e sem ânimo para nada.

Ele perdeu o apetite; algo que tem haver com o próprio instinto de sobrevivência que todos temos. Perdeu o prazer, a alegria, o desejo, a fome.

Para ele, a sua vida estava sendo consumida pela angústia e os seus anos pelo gemido. O tempo passava, mas nada parecia mudar.

É aí que ele sente-se sem força e diz que os seus próprios ossos se enfraqueciam por causa da sua aflição.

De alguma forma ou de muitas formas, o corpo dele estava adoecendo por causa da tristeza de sua alma. Não é exatamente assim que acontece conosco?

Se você já sofreu ou sofre com estresse, depressão, ansiedade, fobias, pânico ou qualquer outro transtorno emocional, sabe, exatamente, sobre o que este salmista estava falando.

É quando as emoções começam a procurar um órgão de choque como que para descarregar a sua dor. E aí surge uma série de sintomas físicos que o médico não consegue identificar a causa real, por mais exames que sejam feitos, e que, de fato, são fruto do que está acontecendo na alma da gente. Ou como diz em Provérbios: “O coração ansioso deprime o homem, mas uma palavra bondosa o anima” e, mais adiante, “o coração bem disposto é remédio eficiente, mas o espírito oprimido resseca os ossos”.

No meio de tudo isto, porém, surge uma luz na escuridão. Mesmo sentindo tudo aquilo, ele ainda sabe que há um Deus a quem clamar: “Misericórdia”.

Mesmo sem sentir Sua presença ou ver qualquer evidência de que Ele estivesse presente ou agindo em sua vida, ele continua falando com Deus. E o que ele pede a este Deus é misericórdia.

Ele apela ao Deus que tem coração para a nossa miséria. O Deus que se compadece da nossa dor. O Deus que sofre com o nosso sofrimento.

E é aí que eu encontro neste Salmo 31, palavras carregadas de uma beleza enorme, quando ele diz, no meio de toda a sua angústia, que vai se alegrar por causa do amor de Deus por ele e porque “viste a minha aflição e conheceste a angústia da minha alma”.

Saber que Deus me ama, gosta de mim, se interessa, se importa, sofre comigo, vê a minha aflição, e que Ele, realmente, conhece a angústia da minha alma, é algo que pode trazer consolo no meio da minha dor.

É neste Deus que você crê?

Porque este é o único Deus que a Bíblia realmente apresenta. O Deus que se revelou em Jesus e que se entregou em uma cruz por amor a cada um de nós. O Deus que estava em Cristo reconciliando consigo o mundo.

O Deus que se fez homem e se tornou semelhante a todos nós. O Deus que se identificou com a nossa fragilidade, pequenez e sofrimento. O Deus que lidou com todas as pressões, seduções e opressões deste mundo em que vivemos. O Deus que pisou o nosso chão e que se deixou ferir pelos cardos e espinhos desta vida. O Deus que suportou a injustiça, a arrogância e a violência dos homens. O Deus que se deixou pendurar em uma cruz, sangrando, com sede, abandonado pelos seus amigos e zombado pelos seus perseguidores.

Este Deus “cego de amor”, como escreveu um autor, é o único que Jesus revelou.

E este é o Deus que socorreu o salmista em sua dor. O Deus que o resgatou de continuar refém de sua própria angústia e lhe deu segurança e liberdade.

Aqui eu aprendo a quem clamar quando eu também estiver me sentindo desta forma.

Não é uma religião, um movimento, uma instituição ou uma crença. É um relacionamento com uma Pessoa. É conhecer e ser conhecido por Alguém. É ser encontrado e encontrar Aquele que nos amou primeiro. É ser amado e amar o Deus que se revelou em Jesus. É um caminhar no chão da vida, lado a lado, com quem viu a nossa aflição e conheceu a angústia da nossa alma. É simplesmente isto.

Que você e eu possamos conhecer este Deus na face de Jesus.

Pense nisto.

Paulo Cardoso

Ouça nosso programa “Encontro com a Vida” todos os domingos pela rádio 93 FM (RJ), às 22:30 horas ou online, no dia e horário citados pelo site www.radio93.com.br (clique aqui).

Visite nossa página para ler outros textos: www.encontrocomavida.com.br

 


agradecer-2

Há pessoas que questionam a nossa fé por causa das nossas circunstâncias, problemas e adversidades. Elas pensam que crer em Deus é uma espécie de seguro com cobertura total contra as dores e dificuldades da vida. Elas escolheram ter uma crendice e não uma fé.

E como os religiosos do tempo de Jesus passavam debaixo da cruz e falavam suas tolices, eles olham para nossas vidas e dizem: “Se Deus ama você, que o livre agora!”

Mas só mesmo alguém que nunca contemplou o Deus feito homem ensangüentado na cruz pode falar algo assim. Só mesmo quem nunca conheceu a graça de Jesus pode acreditar numa coisa tão mesquinha quanto esta.

Deus provou Seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5:8). Ele não esperou que nós acertássemos a nossa vida primeiro, não esperou uma promessa de mudança de comportamento, não esperou, absolutamente, nada! Ele se entregou! Como escreveu o autor Max Lucado: Ele escolheu os cravos! Abraçou a cruz!

E o mais incrível é que não há sacrifícios que Ele nos peça em troca; porque o Sacrifício dos sacrifícios foi Ele mesmo quem ofereceu: sua própria vida entregue na cruz.

Não há trocas a serem feitas, porque a grande troca já foi feita: Deus fez Jesus pecado por nós, para que nele sejamos feitos justiça de Deus (2 Coríntios 5:21). A dívida que tínhamos e que constava de ordenanças que havíamos quebrado, já foi cancelada de uma vez por todas (Colossenses 2:14).

Do alto da cruz, em meio a gemidos, dor, suor e sangue, Jesus bradou: “Está consumado”! Está feito! Está pago!

Nenhuma circunstância da vida, nenhuma ação do adversário, nenhuma palavra falada contra nós, nenhuma prisão, enfermidade, dificuldade financeira ou calamidade podem nos separar deste amor invencível de Deus. Seu amor é maior que todas as nossas fraquezas, deslizes, quedas, dúvidas, conflitos, doenças, medos, angústias, culpas ou crises.

Eu sei que não é isso que muitos pensam, mas é isso que Jesus mostrou do alto daquela cruz. Um amor avassalador e além de toda e qualquer compreensão, um amor além de todas as coisas que qualquer ser humano jamais tenha presenciado ou provado, um amor absolutamente incontrolável e invencível.

A cruz é a prova final e total de que Deus me ama. A cruz é a prova que nada, absolutamente nada, pode me separar de Seu amor. A cruz é o fim de toda a inimizade.

Deus estava em Cristo, reconciliando consigo os homens, não lhes atribuindo os seus pecados e nos confiou a palavra da reconciliação (2 Coríntios 5:19).

Talvez, alguns de nós tenhamos medo de sermos tão amados assim. Porque como vamos retribuir a isso? E se nós falharmos? E se não pudermos corresponder a tão grande amor? É difícil administrar isso.

Para nós é muito mais fácil ter que merecer, poder pagar, ter como calcular créditos e débitos na nossa “continha” com Deus.

Nós não queremos dever nada a ninguém. Nós queremos merecer tudo. Nós queremos “justiça”. Mas um amor como o dele desmonta todos os meus esquemas, simplesmente, porque eu não tenho como merecê-lo, conquistá-lo, retribuir na mesma medida ou pagar por ele. É grande demais, incondicional demais. É, completamente, incontrolável e incomparável. Não existe nada neste mundo que possa ser comparado ao amor de Deus que foi demonstrado por Jesus entregando a Sua vida em seu e em meu lugar.

Mas é assim que Deus nos ama.

Ele ama os ingratos, os imperfeitos, os maus, os quebrados, os doentes, os pobres, os aflitos, os quebrados, os infelizes e aqueles que todos odeiam. Ele ama os que não tem nenhuma chance de retribuir este amor.

O amor de Deus é o amor que vai me buscar no mais alto céu ou no mais profundo abismo. Um amor que me ama em meio a todas as minhas lutas, angústias, depressões, medos, crises e fracassos. E é esse amor que me cura, é esse amor que me restaura, é esse amor que me perdoa, é esse amor que me dá esperança: o amor de Deus.

É este amor que nos chama a ir a Jesus e a segui-Lo todos os dias de minha vida e por toda a eternidade. É este amor que nos convida a nos arrependermos, mudarmos de mente e crermos em Jesus. É este amor que nos consola em nossa angústia. É este amor que nos segura pela mão. É este amor que ouve o clamor mais profundo do nosso coração.

Não importa quem você é, nem onde você está: é assim que Deus te ama!

Pense sobre isto.

Paulo Cardoso

Visite a nossa página na internet: http://www.encontrocomavida.com.br

Se quiser, você pode nos ouvir pela rádio 93FM (RJ), todos os domingos, às 22:30 horas. Se quiser ouvir online, acesse no dia e hora do programa e clique aqui

 

Enviar para um amigo | Versão para impressão | Voltar |

 


Pense que você pode escolher seus amigos, mas não pode escolher seus irmãos biológicos. Eles são seus irmãos, simplesmente, porque nasceram dos seus pais. Mas Jesus escolheu nos tornar Seus irmãos, se entregando por nós na cruz! Quando nós estávamos completamente perdidos, na pior de todas as angústias, Ele deu Sua vida por nós!

Ouça a mensagem, pense sobre ela e compartilhe-a com alguém, se desejar.

Visite nossa página na internet: http://www.encontrocomavida.com.br

Você pode nos ouvir todos os domingos, às 22:30 horas, pela rádio 93 FM (RJ), ou online em http://www.radio93.com.br no mesmo dia e horário.


Na Bíblia, o sumo sacerdote era um homem descendente da tribo de Levi, uma das doze que formavam o povo de Israel, que se dedicava, exclusivamente, a servir representando o seu povo diante de Deus. Ele fazia isto, intercedendo a Deus pelo povo e oferecendo os sacrifícios que eles traziam pelos seus pecados. E porque ele era tão humano, imperfeito e falho como as pessoas que representava, ele podia se compadecer delas. O que mostra isto, claramente, é que ele tinha que oferecer; primeiro, um sacrifício pelos seus próprios pecados e depois pelo povo. Mas é aí que a carta aos Hebreus vem e diz que o nosso Grande Sacerdote, na verdade, é Jesus!

Ouça esta mensagem, pense sobre ela e compartilhe-a com mais alguém.

Visite nossa página na internet: encontrocomavida.com.br

Ouça-nos todos os domingos, às 22:30 horas pela rádio 93 FM (RJ) ou acessando online, neste dia e horário, em radio93.com.br

 


Paulo, o apóstolo, está dizendo que há um escândalo na Cruz de Jesus: uma verdadeira ofensa.

Você já parou para pensar sobre o que isto quer dizer?

A expressão que Paulo usou, no original deste texto, foi: “se eu ainda prego a circuncisão, a causa da ofensa que é a cruz é desfeita” ou “a ofensa causada pela cruz é desfeita”. Mas, afinal, de que ofensa ele está falando?

Como pode a Cruz ser uma ofensa para as pessoas e por que é tão difícil aceitar a simplicidade da mensagem que ela traz? Será que isto faz alguma diferença em minha e em sua vida?

Esta é uma mensagem simples que fala sobre o verdadeiro significado do Evangelho de Jesus. Será que nós realmente o conhecemos?

Convido você a ouvir a mensagem, pensar e orar sobre ela, e, se quiser, compartilhá-la com mais alguém.

Se você quiser ouvir outros áudios ou ler textos que falam do Evangelho de Jesus, acesse nossa página na internet: Encontro com a Vida (clique aqui)
E, se desejar ouvir nosso programa de rádio “Encontro com a Vida”, sintonize todos os domingos, na 93.3 FM (Rio de Janeiro), às 22:30 horas, ou, ouça pela internet, acessando o site da rádio neste dia e horário: Rádio 93 FM (clique aqui)

Se esta mensagem fez bem a você, compartilhe-a.


Há muitos nomes de Deus na Bíblia, muitas formas pelas quais Ele se tornou conhecido: o Deus eterno, o Deus Todo Poderoso, o Deus Altíssimo. Mas, hoje, eu quero pensar nEle como o Deus das minhas angústias.

Porque Ele não é só o Deus das minhas montanhas e conquistas, nem só o Deus dos meus pastos verdejantes e águas tranqüilas. Ele é o Deus dos meus desertos, o Deus das minhas cavernas, o Deus dos meus becos sem saída, o Deus dos meus lugares difíceis.

Ouça esta mensagem e se desejar compartilhe com mais alguém.

Se quiser nos visitar na internet, ler outros textos e ouvir outros áudios acesse (se possível utilize o navegador Internet Explorer):

www.encontrocomavida.com.br

Todos os domingos, às 22:30 horas, você pode nos ouvir pela rádio 93 FM (RJ), ou, através da internet pelo site www.radio93.com.br no dia e horário acima.


1111

Através dos tempos, falar sobre Deus sempre foi associado à idéia de falar sobre religião.

Algumas pessoas, inclusive, evitam tocar em tal assunto, sob a máxima de que “religião e gosto não se discutem”.

É aí que muita gente não consegue pensar em Deus sem separar este pensamento do de tornar-se mais um religioso como tantos que existem em todo o mundo.

Para alguns isto é absolutamente apavorante. Para eles, a sensação é a de estar sendo colocado em uma camisa de força, onde depois de cometer um “suicídio intelectual”; a pessoa será levada a uma série de comportamentos estranhos e adoecidos. Mas, o fato é que o chamado de Deus nunca foi a de que nos tornássemos religiosos.

É claro que a existência da religião e de todas as formas de culto, nas mais diferentes civilizações, povos e culturas demonstra o quanto há no coração humano uma idéia da eternidade e uma sede pela espiritualidade. Desde as culturas mais primitivas até as mais avançadas, a idéia de que há uma divindade e a busca por um contato com ela estão sempre presentes.

A ideia que a maioria das pessoas tem é que a Bíblia seria mais um destes livros religiosos que nos trariam uma série de normas, regras e preceitos através das quais poderíamos nos chegar a Deus. Mas, isto não é verdade.

A Bíblia toda gira em torno de uma única pessoa: Jesus Cristo.

Tudo que acontece antes dele é preparando Sua vinda e tudo que acontece depois dele é resultado de Sua vinda.

Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda criação; nele habita, em um corpo, toda a plenitude da divindade. Ele é a exata expressão do Ser de Deus. Tudo foi criado por Ele e para Ele e nele tudo subsiste. Dele, por meio dele e para ele são todas as coisas.

Daí que a proposta do Evangelho nada mais é que conheçamos a Deus como único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo a quem Ele enviou.

A proposta é que o conheçamos e que tenhamos vida, crendo em Seu nome.

O Evangelho não é o homem se esforçando e fazendo “por merecer” para chegar a Deus, mas é Deus vindo na Pessoa de Jesus buscar o homem que estava perdido.

Então, não é uma religião; mas é comunhão. Não é termos uma série de dogmas, regras, ritos, tradições e normas para seguirmos; mas um relacionamento pessoal e diário com Deus, unicamente, através de Jesus Cristo e do que Ele fez na Cruz em nosso lugar.

A  Palavra de Deus ensina que há um só Deus e um só mediador entre Deus e o homem: Jesus Cristo, homem. A Bíblia diz que não há salvação em nenhum outro, porque nenhum outro nome foi dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos. Jesus afirmou que Ele é o caminho, a verdade e a vida, e que ninguém vem ao Pai, senão por Ele.

Nenhuma igreja é, nunca foi e jamais será mediadora entre Deus e o homem! Pastor ou líder espiritual nenhum é! Religião nenhuma é! O único intermediário entre Deus e o homem é Jesus Cristo!

Ouço pessoas dizendo que aquilo que o mundo mais precisa é de religião, mas, não consigo concordar. Porque o mundo está cheio de religiões e mesmo assim está “descendo ladeira abaixo”. Outros, dizem que aquilo que o mundo mais precisa é de mais educação. Também não consigo concordar, porque algumas das pessoas mais soberbas, altivas e difíceis de convivência que conheci têm muitos títulos acadêmicos. Na verdade, o que as pessoas precisam mesmo é conhecer e ter um relacionamento honesto e sincero com Jesus!

Pense que Jesus é o próprio Deus que se fez homem e habitou entre nós. Ele é Deus que se vestiu de carne e sangue por amor a nós. Ele é Deus que desceu de Sua glória eterna, se humilhou, se auto-empobreceu, se esvaziou, para que, por sua pobreza, nos enriquecesse, não com uma riqueza material, terrena e passageira, mas com a maior de todas as riquezas: um relacionamento pessoal com o nosso Criador.

Será que podemos entender que Deus não é propriedade de grupo algum? Ele não é marca registrada de organização alguma, não pertence à nenhuma instituição ou movimento. Ele é Deus! E como Deus, Ele é livre! Ele se revela a quem quer, quando quer, como quer, onde quer e não pede permissão ou desculpas a quem quer que seja.

Quando nós olhamos os registros históricos, ficamos perplexos, como quantas e quantas vezes, em nome da fé, pessoas fizeram mal ao seu semelhante. Quantas vezes, em nome de Jesus de Nazaré, pessoas discriminaram o próximo. Mas, será que foi isto que Jesus nos mandou fazer? É claro que não! Até mesmo a leitura mais superficial dos Evangelhos nos mostra que o mandamento de Jesus sempre foi o amor. Ele tocou aqueles que a religião de seu tempo considerava como imundos. Ele comia com publicanos e pecadores. Ele ensinou o perdão, a graça, o respeito, a misericórdia, a paz e a valorização da vida.

Foi Gandhi quem disse que cria no Cristo dos Evangelhos; mas não no Cristo dos cristãos. Porque os “cristãos” do seu tempo distorciam a mensagem de Jesus através de suas atitudes e preconceitos. Como alguém que ama a Deus e ao próximo poderia aceitar que seres humanos fossem divididos em castas e tratados sem qualquer dignidade? Jamais.

É por isto que eu preciso entender que nem todo mundo que fala em nome de Deus, realmente tem um relacionamento verdadeiro com Ele. Uma coisa é o que muitas pessoas pensam que Jesus ensinou, outra, é o que Ele realmente viveu e ensinou. E isto você só conhece quando lê os Evangelhos com um coração honesto e sincero.

Na verdade, embora haja quatro registros da vida de Jesus, conhecidos como os quatro evangelhos, só existe um Evangelho! E este Evangelho é a boa notícia de que Deus enviou Jesus para nos levar de volta para Ele! Nós, que estávamos completamente cegos, perdidos e mortos, espiritualmente, recebemos vida através de Jesus!

Eu sei que há gente usando o nome de Jesus, apenas, para promover seus projetos pessoais. Eu sei que há gente adoecendo outras pessoas com o modo doente como vive sua fé. Eu sei que há muita gente que sofreu em nome de fazer o que alguém lhe disse que é “a vontade de Deus”. Mas, por favor, posso dizer que Deus não tem nada haver com isto?

Talvez você pense que todos que falam de Deus são iguais. Talvez você teve alguma experiência extremamente negativa no passado que provoca em seu interior uma verdadeira repulsa a tudo que fala de Deus, Jesus ou Evangelho.

Mas, pare e pense. Isto é razoável? É sensato? Você faria isto com alguma outra realidade da vida?

Deus não foi o culpado do que fizeram a você, em nome dele. O ser humano é livre para fazer suas próprias escolhas e tomar suas próprias decisões. Se ele é adoecido no modo como percebe a vida, isso acabará afetando, negativamente, o modo como ele vive sua fé. Mas, não é por isto que Deus é o culpado. Ele não é como esta pessoa, Ele não pensa como ela e não autentica seus atos.

Separe Deus das pessoas que falam em Seu nome! Pessoas erram, Deus não!

Deus é amor! Amor que vai além de todo o entendimento! Esta é a sua essência! Se você duvida, olhe para a Cruz de Jesus! Ali Deus provou o Seu amor para conosco!

Deus ama você! E Ele ama você, não porque você é agradável, amigável, inteligente, porque tem algo a oferecer a Ele, pode ser útil aos Seus planos ou porque sempre fez tudo certo e o agradou com seu modo de viver. Não! Nunca! Jamais!

A Bíblia ensina que Deus nos amou primeiro. Ele nos amou quando nós nem ainda existíamos. Ele nos amou sem que nós o buscássemos ou pensássemos nele. Ele, simplesmente, nos amou!

Jesus disse que não veio chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento. Ele disse que os sadios não precisam de médico, e, sim, os doentes.

Daí que Deus ama você, simplesmente, porque você existe! E Ele amou você, de tal maneira, que deu o Seu Filho, para que você, crendo nele, não pereça, mas tenha a vida eterna.

Foi por isto que Jesus veio e deu Sua vida na cruz. Ninguém o colocou lá. Ele entregou Sua vida.

Ele não precisava estar lá; Ele escolheu estar lá. E Ele se ofereceu como sacrifício pelos nossos pecados. Ele foi ferido pelas nossas transgressões, moído pelas nossas iniqüidades, o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e por Suas pisaduras, fomos sarados.

Jesus não era um mártir, muito menos uma vítima. Ele veio para entregar Sua vida naquela Cruz! E Ele transformou aquela Cruz em seu podium de vitória, porque Ele venceu a morte e ressuscitou dentre os mortos! Ele está vivo e é o Senhor absoluto da vida, da História e de todas as realidades e poderes visíveis e invisíveis!

Apenas entenda que Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo. Ele não veio para condenar você; mas, para perdoá-lo e Ele pagou a sua e a minha dívida na cruz! Está pago! Está consumado!

E quando você e eu cremos nisto e abrimos o coração para recebê-lo em nossa vida, algo maravilhoso acontece conosco: nós nascemos de Deus. Uma vida nova nasce dentro de nós. Nós passamos a desfrutar de uma comunhão e relacionamento com Ele, não baseado em nossas obras, desempenho e justiças, mas, com base naquilo que Jesus consumou na cruz em nosso lugar.

A religiosidade pode até enfeiar a vida de algumas pessoas; mas um relacionamento com Jesus a embeleza e liberta. Jesus disse: E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou.

Que tal você colocar de lado seus preconceitos, raivas e amarguras e dar a si mesmo a chance de conhecer o extraordinário amor de Deus? Não, conhecer uma nova religião; mas conhecer Jesus Cristo.

Você está tendo um relacionamento com Jesus? Diga para Ele que você deseja isto. Faça isto agora. Ele está ouvindo você.

Leia os Evangelhos e deixe que a vida e as palavras de Jesus se façam vida dentro de você.

Ele morreu para você viver. Ele ressuscitou dentre os mortos. Ele é o Senhor e você precisa fazer algo sobre isto.

Minha oração é que a Palavra de Deus faça nascer em sua vida uma verdadeira fome e sede por Sua presença e amor.

Não confunda Deus com religião.

Paulo Cardoso

 

Ouça nosso programa todos os domingos, às 22:30 horas, pela rádio 93 FM (RJ), ou, acessando online neste dia e horário. Clique aqui para acessar o site da rádio.

Visite nossa página “Encontro com a Vida” na internet para ler outros textos e ouvir outros áudios. Se puder, acesse usando o Internet Explorer. Clique aqui para acessar.

 


02156_orangedays_1920x1080

Você consegue entender que a boa notícia do Evangelho é uma Pessoa?

No dia que Jesus nasceu, anjos apareceram aos pastores que apascentavam seus rebanhos no campo e um deles disse: “eis aqui vos trago boa nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lucas 2:10,11).

A boa notícia é simples: Jesus veio!

Quando Jesus deixa a cidade de Nazaré, onde foi criado e vai morar em Cafarnaum, situada à beira-mar, Mateus escreve que, naquele momento, está se cumprindo uma profecia dita setecentos anos antes, por Isaías, que anunciava: “O povo que jazia em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz” (Mateus 4:13-16).

Que luz era esta? Jesus. Ele é a luz e quem o segue não andará na escuridão, mas terá a luz da vida.

É aí que Jesus não chamava as pessoas a um lugar, a um movimento ou a qualquer outra coisa; Ele as chamava a si mesmo. E a razão é que Ele mesmo era a mensagem, Ele mesmo era o Evangelho.

Quando eu leio o Evangelho de João, eu encontro Jesus dizendo assim: “Eu sou a luz do mundo, quem me segue, não andará em trevas, mas terá a luz da vida; Eu sou o pão da vida; quem vem a mim jamais terá fome; e quem crê em mim jamais terá sede; Eu sou a porta, quem entrar por mim será salvo, entrará e sairá e achará pastagens; Eu sou o Bom pastor, o Bom Pastor dá a vida por suas ovelhas, elas jamais perecerão e ninguém as poderá arrebatar de minhas mãos; Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor; Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai a não ser por mim”.

Agora, quando eu leio estas palavras, eu percebo que o convite o tempo todo é para irmos a Ele. O chamado é para segui-lo. Tudo é sobre ter um relacionamento com Ele. Ou, como o próprio Jesus disse: “Aprendei de mim”.

Daí que o Evangelho fala que Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crer, não pereça, mas tenha a vida eterna e diz que esta vida eterna é que conheçam o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem Ele enviou.

O Evangelho anuncia que Jesus pagou toda a nossa dívida para com Deus e nos reconciliou com Ele. E isto é algo que já está feito e foi Jesus mesmo quem o fez. Agora, quem quiser, venha e beba, de graça, da água da vida, que é o próprio Jesus.

Quem quiser, de graça, pode ter um relacionamento com Deus, através de Jesus.

É aí que aqueles que caminhavam com Jesus; anunciavam, não a igreja, um grupo, uma reunião, uma doutrina ou uma visão; mas, simplesmente, uma Pessoa: Jesus!

Quando Filipe, um seguidor de Jesus, desce à cidade de Samaria, fugindo da perseguição que havia se levantado em Jerusalém, nós lemos que ele “anunciava-lhes a Cristo” (Atos 8:5). Mais adiante, quando o mesmo Filipe se encontra com o tesoureiro da rainha da Etiópia, no caminho que descia de Jerusalém até Gaza, a única mensagem que ele anunciou para aquele homem foi Jesus (Atos 8:35).

Você percebe a simplicidade?

Paulo escreveu: “Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado” (1 Coríntios 2:2). Pense no que estas palavras significam.

Paulo também escreve sobre “Cristo em nós, a esperança da glória”, que “Cristo habite pela fé em nossos corações” (Efésios 3:17) e que “Deus estava em Cristo, reconciliando consigo os homens” (2 Coríntios 5:19).

Daí que a mensagem sempre foi, é e sempre será uma só: Jesus!

Em Jesus estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento de Deus. Nele habita, corporalmente, toda a plenitude de Deus. Ele é a imagem do Deus invisível, a exata expressão do Seu Ser, a Palavra que se fez carne, o Deus que se fez homem.

Eu lembro quando João Batista disse: “Convém que Ele (Jesus) cresça e que eu diminua”. Também lembro quando, no século 16, Martinho Lutero disse: “Há salvação fora da igreja, mas não há salvação fora de Cristo”.

A boa notícia é que Jesus é quem é e que Ele nos ama com um amor que vai muito além de todo o entendimento.

A boa notícia é que Ele deu Sua vida por nós na Cruz e por isto nós podemos ter um relacionamento com Deus, de graça, por causa de Sua graça.

A boa notícia é que Ele nunca vai nos deixar e jamais vai nos abandonar, que nada pode nos separar do amor de Deus que está nele e que nós podemos andar com Ele na caminhada da vida e da história.

A boa notícia é que Ele morreu, pagou total e completamente a nossa dívida para com Deus, despojou os principados e as potestades do mal, foi sepultado, ressuscitou e virá outra vez para nos levar para junto dele mesmo!

A boa notícia é que Jesus reinará para todo o sempre e que nós reinaremos juntamente com Ele!

Muitas pessoas citam as palavras de Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida e ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6). Mas, será que nós realmente entendemos que o Caminho é uma Pessoa, a Verdade é uma Pessoa e a Vida é uma Pessoa?

Jesus!

Esta é a razão pela qual nós não chamamos as pessoas para que nos conheçam: nós as chamamos para que elas conheçam a Jesus.

Nós não anunciamos a nós mesmos, mas a Jesus. Nós não somos a solução: Jesus é. Uma oração não é a resposta: Jesus é. Uma reunião não é a salvação: Jesus é.

Não uma ideia, não uma visão, não um movimento, não uma instituição, não um grupo, não um “mover”; mas, apenas, uma Pessoa: Jesus!

Hoje eu quero convidar você a conhecer esta boa notícia pela fé.

Ele disse que aquele que vai a Ele, de maneira nenhuma Ele o lançará fora.

A boa notícia é Jesus.

Pense sobre isto

 

Paulo Cardoso

 

Se quiser ler outros textos e ouvir outros áudios de mensagens, acesse nossa página Encontro com a Vida.

Se quiser ouvir nosso programa de rádio, sintonize a 93.3 FM (RJ), todos os domingos, 22:30 h, ou ouça online pelo site da rádio, neste mesmo dia e horário.


Escolhidos

22dez14

maos-de-deus-e-de-crianca2

Antes que houvesse terra, mar, sol, lua ou estrelas, Deus nos escolheu em Seu Filho, Jesus Cristo.

Isto é muito mais do que ser escolhido desde o útero de sua mãe: é ser escolhido antes da criação do mundo!

Daí que eu realmente não preciso viver lutando para ser escolhido por quem quer que seja, porque eu já fui escolhido por Aquele que me fez.

Eu não preciso viver tentando provar o meu valor para Deus, para os outros e nem para mim mesmo, porque Deus já me escolheu.

Eu sei que nós nem mesmo pensamos sobre isto, mas esta é a verdade que o Evangelho nos ensina. O próprio Jesus disse: “não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós”.

Agora, a Bíblia vai além, porque ela nos ensina que Deus nos escolheu com a finalidade de “sermos santos e irrepreensíveis diante dele”.

E o que quer dizer ser santo e irrepreensível? Em poucas palavras, é ser como Jesus! Andar como Ele andou; amar como Ele amou; agir como Ele agiu; fazer a vontade do Pai Celestial como Ele fez, ser misericordioso, justo, humilde, piedoso, bondoso, compassivo, solidário, generoso, verdadeiro e puro de coração como Ele foi e é.

Mas, como nós, gente tão imperfeita, quebrada, contraditória, doente e falha, podemos ser como Jesus?

É aí que lendo as páginas do Novo Testamento, eu encontro expressões como: “para que Cristo habite pela fé em vossos corações”, ou, “não mais vivo eu, mas Cristo vive em mim”, e, “Cristo em vós, a esperança da glória”, ou, ainda, “posso todas as coisas naquele (em Cristo) que me fortalece” e eu aprendo que a minha única chance de ser como Jesus, é se Ele mesmo viver a Sua vida em mim.

Ele é a Videira e eu sou apenas um ramo dela. Sem Ele, eu nada posso fazer.

Então, não sou eu, na minha força, tentando ser como Jesus; mas é Ele, habitando em meu coração e vivendo a Sua vida em mim. O Evangelho fala de Cristo em nós.

O que eu faço é cooperar com a graça dele que opera dentro de mim e permanecer nele, deixando Suas palavras permanecerem em mim e me relacionando com Ele, um dia após o outro, na confiança de que Ele mesmo é capaz de fazer em mim aquilo que prometeu.

João escreveu em sua carta: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a Ele. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele; porque assim como Ele é o veremos. E todo aquele que nele tem esta esperança, purifica-se a si mesmo, como também Ele é puro”.

Pense que não fomos nós que amamos a Deus; mas foi Ele que nos amou! E tudo que Ele fez e faz por e em nós é porque nos ama e porque Cristo deu a Sua vida na cruz em nosso lugar. Este é o Evangelho.

Nós somos filhos de Deus por meio de Jesus Cristo, como está escrito no Evangelho de João: “porque a todos que o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no Seu nome”.

Daí que se você se sente rejeitado, sem valor, desprezada e esquecida, não se esqueça de que nós fomos escolhidos pelo nosso Criador, em Jesus Cristo, antes da própria fundação do mundo para sermos dele e como Ele.

Antes de qualquer estrela brilhar nos céus, Deus, o Autor da Vida, nos amou e incluiu em Seu plano. Nós pertencemos a Ele.

Ele escolheu você. Você já o recebeu e confiou sua vida a Cristo?

Pense nisto.

Paulo Cardoso

 

Se desejar, ouça nosso programa de rádio pela 93 FM (RJ), todos os domingos, às 22:30 h. Para ouvir online é só acessar a página da emissora no dia e horário do programa. Clique aqui.

Para ler outros textos e ouvir mais áudios de mensagens, acesse www.encontrocomavida.com.br


Na pessoa de Jesus, eu vejo a vontade de Deus vestida de gente.

Em Jesus, eu vejo o que Deus quis dizer sendo vivido diante dos meus olhos; a Palavra que antes as pessoas só podiam ler; vivendo, andando e morando no meio dos homens, com olhos, mãos, pés, carne e sangue. Afinal, como diz o Evangelho de João: “o Verbo (Palavra) se fez carne e habitou entre nós”.

Agora, é só quando eu entendo isso, que eu percebo que Jesus mesmo é o verdadeiro significado, a real interpretação e o cumprimento de toda a Escritura. Daí que eu leio a Bíblia, buscando entender o que está escrito nela, olhando o tempo todo para Jesus, porque Ele é a Palavra que se fez carne, a Palavra que viveu diante de nós.

Ouça a mensagem, pense sobre o que ela diz, confira com os Evangelhos e se desejar compartilhe-a com mais alguém.

Se quiser conhecer nossa página na internet, com outros textos e áudios, o endereço é http://www.encontrocomavida.com.br

Também, se desejar, ouça nosso programa de rádio, todos os domingos, às 22:30 horas, pela 93.3 FM (RJ). Para ouvir online, acesse http://www.radio93.com.br no dia e horário do programa. Compartilhe com alguém.


Na hora da dor, angústia e aflição, há verdades que jamais mudam, que eu preciso conhecer e ter bem firmadas dentro de mim. Na verdade, conhecê-las e crer nelas é o único modo de sobreviver em momentos difíceis.

Esta mensagem fala sobre algumas destas verdades que Deus nos apresenta em Sua Palavra, a Bíblia. Ouça, busque-as na Bíblia, pense, ore sobre elas e compartilhe com mais alguém. Que Deus, em Sua graça extraordinária, use esta mensagem simples para falar ao seu coração.

Se quiser conhecer nossa página na internet, com outros textos e áudios, o endereço é http://www.encontrocomavida.com.br

Também, se desejar, ouça nosso programa de rádio, todos os domingos, às 22:30 horas, pela 93.3 FM (RJ). Para ouvir online, acesse http://www.radio93.com.br no dia e horário do programa. Compartilhe com alguém.


O Cristo crucificado chamou para Si todas as nossas iniqüidades, pecados, mazelas, egoísmos e injustiças. Ele chamou para Si todas as nossas doenças, dores e traumas físicos e emocionais. Ele chamou para Si todos os gritos entalados em nossa garganta, todas as perguntas para as quais nós nunca tivemos respostas, todas as agressões que nós sofremos e que parecem nunca terem sido punidas, todas as lágrimas que nós nunca pudemos chorar diante das pessoas. É assim que a Bíblia me fala da cruz!

O Deus da cruz não é um Ser insensível, que fica sentado, passivo, no Seu trono de glória, assistindo a desgraça e o sofrimento humanos; Ele é o Deus que sofre e chora conosco e por nós!  Ouça esta mensagem e se quiser compartilhe com mais alguém.

Para outros áudios e textos, visite nossa página: encontrocomavida.com.br

Se desejar, ouça-nos todos os domingos, 22:30 horas, pela rádio 93 FM (RJ) ou online, no mesmo dia e horário, pelo site: radio93.com.br




%d blogueiros gostam disto: